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sábado, 1 de julho de 2017

Leitura de Junho

Junho foi corrido, e por isso mesmo resolvi ler algo pra tentar por ordem na bagunça da minha vida... rsrs


Tríade do Tempo – Christian Barbosa

Estou sendo bombardeada com coisas para fazer, tanto no âmbito profissional quanto pessoal, então resolvi que precisava me organizar mais. Essa é uma edição antiga do livro, mas tinha na biblioteca da empresa, então resolvi ler esse mesmo. As dicas de administração pessoal são bem legais, resta saber se vou conseguir aplicá-las no meu dia a dia.


terça-feira, 27 de junho de 2017

O Zé


Se você ler esse texto, não vai acreditar que é sobre você, mas é sim! Você vai se justificar dizendo que não foi nada pra mim, mas foi. Você vai dizer que nós nem nos beijamos (e é verdade), mas você mexeu comigo.
Eu sei que você não sabe, mas eu tenho uma queda por caras populares. Aquele domínio sobre o ambiente, o fato de conhecer todo mundo do bar, o jeito espontâneo e divertido de ser... Cara, isso me fascina.
O engraçado é que eu não dava nada pra você. Já tinha te visto antes e simplesmente... nada. Mais um maluco querendo chamar a atenção. Sabe, você não faz meu tipo... não é loiro nem tem olhos claros, então não consegue chamar imediatamente a minha atenção.
Mas teve aquele dia com aquele photobomb, teve aquele outro com meu vídeo bebendo tequila, teve aquela noite em que você me ajudou, teve curtida, teve comentário, teve inbox, teve chat, teve indicação sua, teve você me cumprimentando no meio do bar, tiveram seus amigos, teve brincadeira e teve whats. Aí você, com esse seu nome comum, se tornou alguém que prendia minha atenção todo fim de semana no pub de sempre, nos posts divertidos, nos stories do Instagram...
Mas (e eu já deveria estar acostumada com isso), você não gostou de mim como eu gostei de você. Pra você fui só mais uma garota entre os seus milhões de contatos. Mas eu, eu queria ser sua amiga, porque eu gostei de você de verdade. Eu me decepcionei. E, não me entenda mal, eu não fiquei apaixonada... Eu só gostei de você. Como pessoa, como ser humano. E esperei que pudesse ser recíproco.

Mas eu tenho uma mania chata de esperar demais das pessoas que eu conheço. Tenho o costume doentio de criar expectativas... tanto com amores, quanto com amigos. E nessa de criar expectativas, eu me frustro, uma, duas, zilhões de vezes... Até conseguir te deixar ir.

terça-feira, 20 de junho de 2017

It's time


Chegou a hora, eu senti. Meio ano se passou e eu ainda estava tentando fugir dos
meus sentimentos. Sim, era uma fuga, uma maneira de tentar sobreviver à ação do
tempo, da dor, da saudade. Até agora eu tentei desviar meu pensamento de você
todas as vezes que você me veio à mente (que não foram poucas). Eu lutei bravamente
contra suas lembranças e, sabe de uma coisa? Eu consegui. Sim, eu já não pensava
mais em você e na nossa vida. Cara, você imagina o quão louco é isso? SIM! EU JÁ NÃO
PENSAVA EM VOCÊ.
Aí veio aquele maldito filme e aquele maldito sonho. A minha primeira reação foi me
perguntar por qual bendito motivo eu não continuei assistindo minhas séries cheias de
violência, ao invés de escolher justamente aquele filme que me lembrou de você. Mas
ok, quando eu escolhi o filme, eu não sabia que aquele enredo maluco iria me lembrar
de nós dois, eu não sabia que aquela história iria despertar todo esse sentimento que
venho escondendo de mim mesma há seis meses. Mas foi bom. Eu me reencontrei. A
anedonia é o meu maior perigo: eu não sei não sentir; eu me perco de mim.
De repente, me veio aquela vontade absurda de correr pro teu prédio e gritar bem alto
que eu ainda te amo. De repente, eu quis parar de ser forte e fingir que tá tudo bem.
De repente, me deu inspiração pra escrever de novo... sobre você e sobre cada moço
que cruzou o meu caminho nesse tempo todo. Sim, aguente. Eu vou escrever um texto
sobre cada um deles e você vai ler. Você vai saber que minha vida andou sem você,
que eu conheci gente, que eu beijei caras, que eu ri bastante e me decepcionei
também. As minhas emoções não são exclusividades suas, baby. Mas você também vai
ver que tudo volta pra você.
Sim, tudo volta pra você, e você vai ficar se achando o maioral por dentro, apesar de
demonstrar aquele sentimento de repulsa por fora, como se dissesse “aquela garota é
louca mesmo”. Sua namorada vai ler isso e vai sentir raiva de mim, e achar que o
namorado dela é o maior gostosão do pedaço. Coitada, ainda está no início e por
enquanto ela não descobriu seus defeitos e ainda acredita que você é um príncipe.
Sim, eu sei o quanto você pode ser bom, o quanto pode ser perfeito, e eu tenho sim
muito ciúme disso. Mas eu também fico me perguntando se ela vai continuar te
amando quando souber do quanto você pode ser mau. Eu me pergunto se ela vai
conseguir passar por tudo o que você sabe que eu passei. E, principalmente, se depois
de tudo, de tudo aquilo, ela vai conseguir sentar na frente de um computador, e abrir a
alma como eu estou fazendo agora, mostrando que o amor continua lá, do mesmo
jeito de três anos atrás durante aquele jogo da Itália.
Sim, é hoje. Sim, é agora. Eu voltei. E é a sua vez de lidar com isso.
Vire-se.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Rebel mood


De repente aquela vontade de viver plenamente a juventude invade corpo e alma, e fica difícil controlar a ansiedade de sair de casa e simplesmente... viver.
Interpretar ininterruptamente o papel de boa moça cansa demais. Ninguém valoriza e eu não ganho nada com isso.  Dizem que a juventude serve de escola. Então será que essa é a hora certa de fazer todas as cagadas?
Cansei de me colocar sempre no lugar das outras pessoas. Ok, eu sei que todo mundo diz que devemos fazer isso, ter empatia, respeitar, não fazer com o outro aquilo que não gostaríamos que fizessem com a gente... Mas, cara, quem realmente pratica essa máxima? Eu, a trouxa. E o universo conspira a meu favor por isso? Não, só que não.
Enquanto o cara certo não chega (leia-se: o cara que vai dar certo comigo... já aprendi que o cara perfeito não existe), eu não tenho motivo nem circunstância para ser a garota politicamente correta e perfeita. Sei que quando o amor chegar, tudo vai ser diferente. E eu vou, com certeza, zelar por isso. Mas, por enquanto (e essa é a parte boa de estar sozinha), eu não devo satisfações pra ninguém.
Por isso, cheguei à conclusão de que posso ser flexível. Posso ser uma garota exemplar quando necessário, e posso ser um pouco maluca no resto do tempo. Quem sabe assim o tempo passa logo e o amor chegar mais rápido.
Que seja dada a largada para a temporada de erros.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Leituras de Maio

Vamos de leiturinhas?


A utopia – Thomas More

Desde que eu assisti ao filme “Para sempre Cinderela”, com a Drew Barrymore, eu queria ler esse livro que a personagem tanto amava. Demorou, mas eu finalmente criei coragem para encarar a filosofia. E AMEI. A estrutura do país utópico é realmente inacreditável, mas nos faz pensar sobre nossos próprios governos. Vale a pena a leitura!



Sentimento do Mundo – Carlos Drummond de Andrade
Preciso falar alguma coisa sobre esse poeta que tanto amo?